quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

#Resenha - O Planeta dos Macacos - Pierre Boulle

Desde o fim do ano passado meu primo e eu tivemos uma ideia que estivemos colocando em prática: começar um clube do livro entre nós dois. É algo que sempre achamos legal, mas não achamos pessoas que organizem algo assim e pareceu uma boa ideia algo entre a gente (e esperamos que com o tempo mais pessoas se somem ao nosso pequeno grande clube hahah). Escolhemos um livro por mês, lemos e comentamos um com o outro do que estamos achando durante a leitura e depois, ao final. É bem bacana. Caso é que: “O Planeta dos Macacos” de Pierre Boulle foi nosso livro escolhido de Janeiro!

Nesse livro acompanhamos 3 astronautas: o professor Antelle, o físico Arthur Levain e o jornalista Ulysse Mérou que deixam a Terra para ir em direção a constelação de Órion. A viagem, para os viajantes, leva cerca de 2 anos, mas aqui na terra teriam se passado 3 séculos e meio! Chegando lá a surpresa: o lugar se parece muito com a Terra, com florestas exuberantes, com água potável e também com oxigênio, similar a Terra e possível dos nossos personagens transitarem sem problemas.

Outra surpresa: os 3 veem uma pegada... parecendo ser de mulher! E logo em seguida a veem. Ela parecia exatamente como uma mulher humana normal e inclusive encontram outros que parecem exatamente como os humanos, mas com um detalhe...eles não falam e parecem não raciocinar muito também. Tentativas simples como um sorriso, um aceno ou até mesmo emitir algum som (tentando falar ou rir) assustam completamente aqueles “humanos” e apavorados, eles correm!

Com o decorrer da história sabemos então que nesse novo planeta quem se assemelha aos nossos três viajantes e pode falar e raciocinar são os macacos! E eles tem uma sociedade organizada!

A história é narrada pelo Ulysse, que passa a se comprometer a descrever tudo que vê e vivencia nesse novo planeta.

O livro é bem curto até, dá pra ler bem rapidinho, fora que tudo é muito envolvente e logo você está curioso para ver o que vai acontecer. Acho que o que mais pensei durante a leitura é: Como esses macacos vão reagir ao Ulysse, que está narrando e aos outros dois, vendo que eles podem falar, raciocinar e tudo que os humanos residentes dali não podem? Como os macacos se organizam? O que vai acontecer com esses três terráqueos?

Acho que uma das questões mais interessantes que o livro levantou para mim foi: não somos eternos, pelo contrário, cada um de nós tem um tempo bem curtinho aqui na Terra, então, quem ou o que será que nos substituirá se algum dia a raça humana for extinta? (ou dominada?).

Uma das coisas que aprendi em uma aula de linguística foi: a linguagem é aprendida a partir da imitação, é assim que, quando crianças, aprendemos a falar: vendo as pessoas ao redor falarem. É um processo de imitar mesmo. Assim também acontece com crianças que tem pais de uma nacionalidade, mas que vivem em outro pais e elas aprendem as duas línguas. Depois, com a escola, esse aprendizado é organizado e estruturado, pra que se aprenda as normas, a escrita e etc. Então, será que algum dia poderíamos retroceder essa habilidade? Será que é possível que algum dia não possamos falar, raciocinar e outra raça de fato evolua e consiga?

São pensamentos bem interessantes e foi divertido imaginar essas possibilidades através do livro e do que é apresentado e vivenciado pelos personagens.

O livro é muito bacana, te faz realmente viajar junto com ele, vale muito a leitura e é tão rapidinho que em poucos dias eu terminei a leitura. Você aí já leu esse? Me conta o que achou!
 


quinta-feira, 1 de março de 2018

Uma visão feminina sobre Lady Bird (2017)


Sinopse: Christine "Lady Bird" MacPherson está no último ano da escola e se sente deslocada. Ela quer aventura, sofisticação e oportunidades, mas não encontra nada disso em sua escola na pequena cidade de Sacramento. O filme acompanha sua jornada no último ano e suas descobertas da juventude.
 Indicações do Oscar: 5.
  1. Melhor filme
  2. Melhor atriz (Saoirse Ronan)
  3. Melhor atriz coadjuvante (Laurie Metcalf)
  4. Melhor roteiro original
  5. Melhor direção (Greta Gerwig)
Jornada. Acho que é a primeira palavra que me vem a mente quando penso em Lady Bird. Escrevo essa postagem algumas horas depois de ter assistido ao filme, com algumas opiniões e emoções ainda sendo absorvidas.

A história é simples, é um daqueles filmes que quando você tenta indicar à alguém é difícil arranjar todas as palavras pra que de fato se consiga descrever o filme e do que ele trata. É um filme cheio de camadas, e pra assisti-lo eu te aconselho: veja com calma, preste atenção, os detalhes fazem tão parte do filme como o resto.

Lady Bird é uma adolescente, Christine, que como a maioria dos adolescentes possui algum motivo para se rebelar e se revoltar por algo, no caso dela, é sobre a sua vida como um todo. Lady Bird precisa enfrentar o último ano de escola em uma escola católica, aonde conhece outros personagens secundários, mas que acabam, de alguma maneira, também pincelando como principais.

A primeira coisa a dizer sobre esse filme é que ele é essencialmente feminino. Os personagens, questões e diálogos femininos tem o papel de destaque na trama. A relação mais importante do filme é entre mãe e filha. A segunda de destaque é a amizade entre duas meninas (Julie e Lady Bird). Os papéis de autoridade são femininos, a iniciar pela freira que dirige a escola, a mulher que orienta Lady Bird quanto a suas possibilidades com a faculdade. Prestando bem atenção, pouco espaço foi dado aos homens nesse filme, mesmo quando estão diretamente ligados a Christine, como os rapazes com quem se relaciona.

Me fez pensar se o período histórico e cultural em que estamos, aonde a luta pelo feminismo recebe cada vez mais destaque entre as redes sociais e as mulheres, talvez tenha influenciado o filme e talvez, ainda, influenciado o "burburinho" que ronda o filme. Sem dúvida é completamente diferente ver um filme em que as mulheres ocupam a maioria dos espaços e aonde a voz delas é maior do que quaisquer outras, ainda causa um estranhamento, quando somos tão acostumados com filmes que mostram apenas o lado dos homens e em que as mulheres quase não ocupam espaço algum. O que me lembra de filmes como O poderoso chefão, que são incríveis, mas me faz pensar: nós não temos estranhamento algum quando as vozes e questões de importância e os personagens de destaque são somente masculinos, mas há ainda um incômodo quando a situação é inversa e as mulheres tomam o lugar de voz.

Acho que há dois pontos que posso salientar como os mais interessantes do filme:
1. O amadurecimento da personagem - Nós começamos o filme acompanhando a trajetória de Christine, já sendo apresentados ao "nome que ela deu a si mesma" (como ela descreve): Lady Bird. Entendo isso como uma tentativa de se distanciar, tentando criar ou captar um mundo só seu e vendo como solução pra isso se distanciar do que tem, mesmo que seja seu nome. Começamos vendo a personagem com diversos questionamentos da adolescência, assim como uma ansiedade enorme por uma vida que ela idealiza, em uma universidade longe da cidade em que mora, Sacramento e longe do que conhece.

Nesse ponto temos uma cena muito interessante, aonde a diretora da escola conversa com Lady Bird sobre a redação que escreveu para tentar entrar na universidade e nessa redação fala sobre Sacramento. A diretora fala que é muito bonito o quanto ela ama Sacramento e ela responde que "apenas estava descrevendo a cidade, que apenas presta atenção" e então a diretora diz algo como "Mas não é disso que se trata o amor? Prestar atenção?"

2. A relação entre mãe e filha - Christine tem um ideal de vida e busca insistentemente por ele. Inclusive mentindo sobre algumas coisas. Enquanto a sua mãe, envolvida pela realidade da família, com o marido prestes a perder o emprego e dobrando plantões para dar conta da casa, acaba cortando as ideias sonhadoras de Christine com doses de realidade e algumas vezes até um pouco de amargor. Mas o principal sobre essa relação é o quanto ela é visceral, o quanto é realista. Apesar da diferença de personalidade das duas, dos desentendimentos, se mantendo, de forma ou outra, unidas. Há uma cena que ilustra bastante a relação das duas que é quando buscam um vestido pra Christine e quando estão numa loja, discutem ferrenhamente até que se deparam com o "vestido perfeito" e então toda a discussão é deixada de lado.

Há inúmeras outras questões abordadas no filme, desde a virgindade e as questões que rodeiam isso, até amizade, relacionamentos e até mesmo depressão.

!!! Alguns detalhes que eu não poderia deixar passar:
1. O filme mostra algumas atitudes erradas da Lady Bird que não têm a devida importância, como uma cena em que ela faz um comentário racista e outra em que comete um "delito", mas nada acontece a personagem. Fiquei esperando que fossem retornar a esses fatos e mostrar algum arrependimento por parte da personagem, o que não aconteceu, deixando as questões como se fossem apenas "coisas triviais de adolescente" sabe? O que eu discordo plenamente.

2. O filme não é, de nenhuma forma, representativo. E quando eu digo isso, quero dizer que a adolescência e a vivência dessa transição entre esse período e a vida adulta não vai, na maior parte dos casos, acontecer como exemplificado no filme, então, a pequena faixa de pessoas realmente representadas no filme (mulheres brancas de classe média nos EUA) é, de fato, muito pequena, até mesmo se destoarmos apenas um pouco para: mulheres negras de classe média nos EUA, com certeza veremos grande diferença. O que eu quero dizer é: apesar de um filme com uma ótica feminista, não é um filme que traz representações importantes de outras classes/raças/lutas.

Em resumo, o filme, na minha opinião, é muito sensível, muito visceral e de muitas camadas. Nós vemos cada personagem passar pela vida de Christine e o impacto de cada um na sua vida, assim como o amadurecimento dela. Não é, nem de longe, o tipo de filme que vai agradar a todos (principalmente quem preferir os filmes de ação, aventura, com grandes reviravoltas e cenas de grande perigo), mas acredito que é um filme que, se alguém se propor a ver, deve ser visto com calma e com atenção, porque os detalhes importam bastante. Há alguns erros, como citei logo acima, mas vale a pena ver, mesmo que seja para que tirar as próprias conclusões.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Resenha #01 - A irmandade perdida - Anne Fortier

Sinopse: Diana Morgan é uma filóloga e professora da renomada Universidade de Oxford. No mundo acadêmico, a fixação de Diana pelas amazonas é motivo de piada, porém ela acaba recebendo uma oferta irrecusável de uma misteriosa instituição para viajar ao norte da África, onde conhece Nick Barrán, um homem enigmático que a guia até um templo recém-encontrado, encoberto há 3 mil anos pela areia do deserto.
Com a ajuda de um caderno deixado pela avó, Diana começa a decifrar as estranhas inscrições registradas no templo e logo encontra o nome de Mirina, a primeira rainha amazona. Na Idade do Bronze, ela atravessou o Mediterrâneo em uma tentativa heroica de libertar suas irmãs, sequestradas por piratas gregos.
Seguindo os rastros dessas guerreiras, Diana e Nick se lançam em uma jornada em busca da verdade por trás do mito – algo capaz de mudar suas vidas, mas também de despertar a ganância de colecionadores de arte dispostos a tudo para pôr as mãos no lendário Tesouro das Amazonas.

Comprei A irmandade perdida há mais de um ano e estava parado na estante desde então, ainda lacrado. O que me chamou atenção e me fez compra-lo foi exatamente a temática: amazonas, mitologia grega, mistérios, assuntos que sempre me chamam muito a atenção. Então, foi fácil me conquistar. Comecei o livro bem despretensiosamente já que esse ano estava difícil de fato gostar de algum livro a ponto de levar a leitura adiante, mas foi logo pegar nele e não conseguir mais parar.

O livro é grande, tem mais de 500 páginas, mas o li por completo em 3 dias(!!!), sendo que logo no primeiro dia de leitura eu já havia lido mais de 200 páginas, o que pra mim, que há meses não lia um livro completo (sempre abandonando por não me envolver muito com as histórias) foi incrível!
O caso é que o livro alterna entre presente e passado: Alguns capítulos são narrados pela Diana na sua saga desde Oxford até a chegada ao templo e sua jornada tentando entender o caminho que as supostas amazonas seguiram e então, o desenrolar a partir daí. Outros são narrados em terceira pessoa o desenrolar da história de Mirina, que seria a primeira rainha amazona e, aos poucos, as duas histórias se tornam tão próximas em seu desenrolar e descobertas que nos oferecem, que quase parecem se tocar e é impossível não se animar com cada detalhe novo que temos. 
*Detalhes: No início de cada capítulo vem a cidade ou o ano/tempo de qual vai se falar o capítulo, assim a gente se localiza se veremos um capítulo sob a perspectiva da Mirina ou da Diana. Assim como também na maioria dos capítulos vem um pequeno parágrafo ou frase de alguns autores/livros famosos sobre mitologia (como na foto aqui embaixo. No meu instagram tem mais fotos desses quotes e preparei uma postagem só com as minhas citações favoritas do livro, é só clicar aqui e você pode ir checar meu insta!

Um ponto extremamente positivo é a pesquisa que a autora fez para criar uma versão bem próxima dos fatos, é claro que no livro a autora elabora sua própria versão sobre Troia, os acontecimentos que lá se desenrolaram assim como os acontecimentos quanto as Amazonas, mas durante a leitura é difícil não se pegar imaginando se de fato tudo aconteceu daquela maneira e se não, de que outra maneira aconteceu? É fácil se pegar pausando a leitura e indo pesquisar algum nome citado ou algo do tipo.

Mas, como nem tudo são flores, assim como essa alternância entre presente e passado foi muito bacana e até metade do livro deu a (minha) leitura um ritmo frenético, quando Diana, no presente, se envolvia em devaneios e memórias sobre sua avó que nem sempre somavam algo ao presente ou mesmo cortavam completamente um grande momento da história, foi frustrante. Várias foram as vezes em que estávamos no meio de acontecimentos incríveis e cheios de ação e eles eram cortados por momentos nostálgicos da Diana que em NADA acrescentavam a história.

Sei que provavelmente o objetivo da autora foi reforçar pra nós a ligação e a importância da relação da Diana com a avó, mas o corte em momentos importantes da história foram incômodos demais.

Um outro ponto negativo é o romance. Enquanto o de Mirina é lindamente desenvolvido, o de Diana é abrupto, contraditório e mal desenvolvido. A impressão que me deu ao ler foi que a autora teve a ideia de repente e então, a desenvolveu conforme pensou nessa ideia, sem se importar com o rumo que a história já estava tomando antes. Então, me peguei torcendo por Mirina e realmente vivendo com ela aquela paixão, me sentindo envolvida junto com a personagem, mas totalmente alheia ao que estava havendo com Diana e sendo sincera? Acredito que o romance de Diana era totalmente dispensável para a história.

*Detalhes 2: O livro é dividido em 5 seguimentos maiores, que englobam vários capítulos e esses seguimentos tem como nome períodos do dia (Crepúsculo, aurora, sol, zênite e eclipse) achei interessante já que a história das amazonas é intimamente ligada a deusa da lua, a noite e tudo mais. Então, a divisão "casou" bem com a história.

Em resumo: a leitura vale muito a pena, a versão dos mitos e dos personagem mitológicos que são apresentados no livro são muito interessantes principalmente por levantar hipóteses diferentes aos já conhecidos mitos, o que é sempre interessante. A leitura, apesar dos pontos que citei, é muito fluida, mesmo sem ler nada há meses, consegui vencer 100 a 200 páginas do livro por dia sem nem mesmo sentir isso, porque o livro te prende mesmo.

Só posso dizer que sai dessa leitura enlouquecida por novos livros que abordem mitologias, um assunto que já amo (Inclusive, se você tiver ai algum livro nessa temática pra me indicar, não se segure por favor! hahah)

 E então, você ai já leu esse livro? Se sim me conta o que achou! 
Não esquece de ir chegar meu instagram clicando aqui, lá eu sempre posto várias fotos das minhas leituras e no stories vou falando minhas opiniões conforme vou lendo!

sábado, 20 de janeiro de 2018

5 livros para 2018


Oi gente! No último vídeo do canal falei sobre as minhas metas de leituras para esse ano de 2018. Em 2017 li apenas 10 livros, então preferi fazer uma meta modesta e que se encaixasse nisso e se caso conseguir ir além, tudo bem! Fiz uma listinha com 5 livros que pretendo ler em 2018 e já adianto: a maioria são enoormes (é, também não sei o que me deu hahaha). Assistam o vídeo e me contem, quais são as suas metas?

*Não se esqueçam de dar like no vídeo e se inscrever no canal, isso me ajuda muito na divulgação :D


quarta-feira, 26 de julho de 2017

TBR Maratona Literária de Inverno 2017!

Oi gente! Faz algum tempo que eu não postava aqui né? Mas pretendo começar a trazer mais conteúdos aqui pro blog e pra começar vim trazer pra vocês a minha TBR da Maratona Literária de Inverno (MLI), que é organizada pelo Geek Freak há alguns anos.
É a primeira vez que participo ativamente da maratona e nesse ano ela vem um pouco diferente: dividida em níveis, pra abarcar todo tipo de maratonista! Há o nível fácil, intermediário e o hard core e a cada nível, três desafios (para se encaixar os livros) são adicionados.
Eu decidi participar no nível "fácil" já que faz bastante tempo que eu não paro pra ler um livro de fato e tudo mais, então sei que mesmo parecendo pouco três livros para duas semanas, pra mim será um desafio mesmo.
Fiz um vídeo no canal contando tudo em detalhes, os livros que escolhi e tudo mais, você pode conferir apertando o play aqui embaixo:

E os livros que escolhi para cada desafio foram:
  •  Desafio 1: Ler um livro com capa azul

 Título: Trono de Vidro
Autora: Sarah J. Maas

Essa é a minha primeira escolha para a MLI 2017 e é um livro que eu queria ler há muito tempo, inclusive já namorava ele na Saraiva sempre hahaha Mas nunca consegui comprar e decidi colocar na maratona e acabar com a curiosidade lendo no kindle. Sei pouco sobre a história



  • Desafio 2: Ler um livro com menos de 200 páginas
Título: As crônicas de Nárnia - O leão, a feiticeira e o guarda-roupa
Autor: C. S. Lewis

Escolhi ler o segundo livro/conto/crônica (haha) que compõe esse livro que é O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, porque já estava lendo esse livro, já havia lido a primeira crônica e estava indo pro segundo de qualquer maneira, então resolvi encaixar aqui pela maratona!




  • Desafio 3: Ler um livro que você comprou pela capa
Título: Mitologia Nórdica
Autor: Neil Gaiman

Esse livro foi realmente comprado pela capa! Inclusive no momento de postagem desse vídeo ele ainda nem havia chego aqui! E o motivo de comprar foi porque muita gente estava me indicando Neil Gaiman, principalmente pelo Deuses Americanos, mas decidi começar por Mitologia Nórdica e a capa é absurdamente linda!



Essas foram as minhas escolhas para essa maratona e vocês? Vão participar da Maratona Literária de Inverno também? Em que nível? E que escolhas fizeram? Me contem aí :D
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